Entrevista 01
Segundo o empresário Carlos Alberto de Lira, proprietário da Pick-up Total, a crise econômica não tem prazo para terminar. Ela ainda assusta o comércio e o governo deveria diminuir a carga tributária, porque isso foi tema de campanha, e ele deveria cumprir o que prometeu e até o momento não fez nada, em favor dos comerciantes.
Sobre os descontos do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), nos veículos, materiais de construção e eletro-doméstico, acha que deveria ser estendido a outros seguimentos do comércio como a linha de assessórios, entre outros.
Quanto ao governo brasileiro, ajudar os países da America do Sul, ele foi enfático. “Nós brasileiros estamos precisando de ajuda e não somos ajudados, porque ajudar outros países”. Enquanto o nosso está no mesmo dilema.
Na sua opinião a crise afetou bastante o estado do Tocantins. Todos os seguimentos sofreram e ainda sofrem o impacto, porque esta não respeita nenhum setor da economia, ou seja, agricultura, pecuária, enfim o comércio em geral.
De acordo com Carlos, o Governo Federal e Estadual deveriam dar mais incentivos aos produtores rurais, para que gerem mais riquezas no campo e com isso, melhorar a alimentação da população urbana, e terem melhores condições de produção.
Questionado sobre a sonegação de imposto Carlos Alberto diz: que o motivo desta acontecer, é a carga tributária imposta ao comércio, e disse: “trabalhamos seis meses para pagar imposto e os outros seis para operacionar a empresa”. Portanto a teoria de que é na crise que se cresce está errada é nela que se quebra. Afirmou.
Entrevista 02
De acordo com a administradora Patrícia de Oliveira, em entrevista por e-mail, ela dar sua opinião sobre a crise econômica. Para ela ainda vai demorar em podermos dizer que a crise está controlada, isso porque ela estar entrelaçada a diversos aspectos e acontecimentos mundial. Apesar de assustar o comércio, ela estimula os comerciantes a encontrarem alternativas para atrair os clientes.
Segundo a administradora, o Governo Federal está no caminho certo, isso é notável quando olhamos a situação estável em que se encontra o Brasil, com o real valorizado o país ficou forte. Prova disso é a redução do IPI em alguns produtos e bens duráveis. Esta redução não deveria ser por tempo determinado poderia ser estendida por mais tempo, a diminuição dos impostos também seria uma boa idéia.
Na sua opinião, o Brasil ainda não tem condições de ajudar outro país, como sinalizou o Presidente da Republica, Luiz Inácio Lula da Silva. Muitas coisas ainda faltam, a exemplo da saúde e educação, portanto primeiro arrumar a casa para depois ajudar os países vizinhos.
Ainda de acordo com Patrícia, a crise afetou consideralmente o crescimento do Tocantins, haja vista que a economia gira em torno do funcionalismo público. E por não termos um pólo industrial, a renda fica por conta do Governo, que por sua vez tem que cortar gastos e cortando os gastos, os reflexos recaem no poder aquisitivo da população, que sem dinheiro, diminui o poder de compra.
Questionada sobre o que a crise causou no setor de alimentação que aparentemente não foi afetado. Declarou: “por ser um setor essencial, as pessoas deixam de comprar diversas outras coisas, mas não deixam de comprar alimentos, mesmo sentindo que os preços aumentaram”. Concluiu.
Entrevista 3
Entrevista JN Dekasseguis voltam ao Brasil por causa da crise
Reportagem sobre dekasseguis que estão retornando ao Brasil por causa da CRISE no Japão.
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